quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Torneio de Personagens de Bd Asiáticas

Para quem entender um pouco do assunto, o blog Alternative Prison está a promover um torneio de personagens asiáticas. Por isso toca a ir lá votar nas vossas preferidas ;)
Uma das personagens que nomeei, a Mai Valentine, já está na berlinda e aproveitei para rever uma das cenas que mais me marcou no anime em que aparecia. Aproveitei para colocar a cena no yutube dado que não a encontrei lá e agora partilho com vocês. Claro que por estes minutos não dá para se compreender o porque da afeição que tenho a esta personagens até porque ela passou por várias fazes ao longo da série. Mas não deixa de ser uma cena bonita :)
E Não se preocupem, isto NÃO é de qualquer forma uma campanha publicitária barata à minha personagem :p


video

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Aliados dos X-Men (Parte II)

Os seguintes personagens nunca foram X-Men oficiais pois estiveram com a equipa por curtos períodos de tempo. Não sendo personagens muito relevantes vou ser sucinto.


Gateway
Gateway é um aborígene Australiano que conviveu com os X-Men quando estes estiveram a sua base localizada na Austrália. Apesar de ter permanecido com a equipa por muito tempo, Gateway nunca fazia mais do que abrir uma passagem de teletransporte para o X-Men viajarem pelo mundo quando necessário. Dado que por razões desconhecidas, o Gateway nunca fala, a Psylocke tinha de comunicar com ele telepaticamente.
Quando os X-Men voltaram a viver na América, Gateway ficou na Austrália onde permanece até hoje. Recentemente descobriu-se que é visa-avô de Bishop.
Poderes: Este mutante tem a capacidade de abrir buracos espaciais que permitem uma viagem instantânea para qualquer parte do planeta. Além disso é dotado de uma pequena capacidade de prever alguns eventos futuros.


Fiz
Fiz é um extra-terrestre pertencente à raça dos Skrull. Fiz procurou ajuda do Professor Xavier quando vários da sua raça estavam em perigo. No fim dos X-Men o terem ajudado, o Professor Xavier permaneceu no planeta de Fiz durante algum tempo. Desde então nunca mais se ouviu falar desta personagem.
Poderes: Todos os Skrull tem a capacidade de alterar a sua forma para ficarem idênticos a qualquer outra pessoa. Além disso, Fiz tinha a particularidade de conseguir manipular o seu tamanho ficando extremamente grande ou minúsculo.


Red Lotus
Paul Hark é um mutante que por diversas vezes auxiliou o grupo de Storm quando estes se separaram temporariamente do Instituto do Xavier. Sendo que apenas aparecia quando lhe apetecia, nunca chegou a fazer parte da equipa de forma oficial. É o herdeiro de uma grande companhia industrial na Austrália. Desde a altura que o grupo de Storm voltou a agregar-se aos restantes X-Men, o Red Lotus nunca mais foi visto, não se sabe sequer se manteve os seus poderes após o dia M.
Poderes: Este mutante possuía agilidade, destreza, reflexos e resistência superiores aos de qualquer humano. Além do mais era perito em artes marciais.


Pulse
Augustus foi trazido para os X-Men por Mystique que acreditava que ele seria o pretendente ideal para a sua filha adoptiva, Rogue. Pulse permaneceu com os X-Men durante algum tempo, ajudando em algumas batalhas, mas nunca conseguiu conquistar Rogue. Como resultado, Pulse desistiu e abandonou a equipa. Desde então a única coisa que sabe dele, é que manteve os seus poderes mesmo após o dia M.
Poderes: Este mutante tem a capacidade de neutralizar poderes e instrumentos electrónicos com um simples toque. Além do mais consegue ser imune a qualquer tipo de telepatia.


Nenhum destes personagens aparece nas adaptações ao cinema. Pessoalmente são personagens que nunca conheci o suficiente para formar uma opinião.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

3 anos

Tenho andado meio desaparecido do mundo dos blogs principalmente porque ando com outras preocupações. Estou a efectuar a minha tese de mestrado e caí no erro de escolher mais que um orientador. Sendo que pertencem a linhas de investigações diferentes, ando a frequentar a reuniões de orientações de ambos e habitualmente deparo-me com discordância no que toca à forma de efectuar a tese. Resultado? Ando feito barata tonta e neste momento não sei nem sequer o tema em concreto que vou estudar. Contudo, tenho andado a escrever alguma revisão teórica para não entrar em marasmo. Posteriormente logo se vê o que fica, algo se há-de aproveitar. Amanhã tenho mais uma reunião... se for tão produtiva como as anteriores...

Entretanto tinha que vir aqui referir o meu terceiro aniversário com o Theo. Mais uma vez não vamos poder celebrar um com o outro e infelizmente este deve ter sido o dia em que tivemos menos tempo para falar porque cada um tinha as suas obrigações.
Mas como sempre, não é isto que nos abala. Da próxima vez que tivermos juntos pomos a festarola toda em dia :p
Para já resta-nos o contacto através deste minúsculo rectângulo luminoso.
Melhor que nada digo eu, há uns anos antrás não nos poderíamos dar a este luxo de falar todos os dias por várias horas. :)
A.P.D.M

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Caso Grave no Consulado do Brasil no Porto

Como referimos eu e o Theo efectuamos um contrato de união estável. Estava tudo a correr muito bem até cometermos o erro de envolver o consulado brasileiro no assunto. Mas vou simplesmente copiar a reclamação que enviei para o Ministério das Relações Exteriores no Brasil onde já tudo está explicado caso estejam com paciência para a ler. Foi a primeira vez que me senti verdadeiramente prejudicado pela minha orientação sexual mas sabia que mais cedo ou mais tarde algo do género iria acontecer.


"Exmos/as Senhores/ras

O meu nome é A, sou português e mantenho uma relação homoafectiva com o T, um cidadão brasileiro, há três anos. Por motivos legais, solicitamos ao nosso advogado no Brasil que efectuasse um contrato de União Estável (que segue em anexo).

Uma vez que estávamos em Portugal, dirigimo-nos a um cartório notarial de forma a autenticar a minha assinatura e a de três testemunhas portuguesas. O procedimento foi simples e rápido. Sendo que a 4ª testemunha é de origem brasileira e residente em Portugal, recorremos ao consulado brasileiro no Porto para autenticar esta assinatura. O documento deu entrada dia 24 de Outubro e foi-nos dito que poderíamos levanta-lo a 4 de Novembro.

No dia 4 de Novembro o T dirigiu-se ao local para levantar o documento e foi informado que não poderia pois uma das Vice-Cônsul se recusava a assinar. Então, foi solicitada a nossa presença no dia 7, às 11horas da manhã, para falarmos directamente com o Cônsul C, sendo que o T tinha viagem dia 5 para o Brasil e não pôde levar o documento.

Dia 7 (hoje), dirigi-me ao local à hora marcada e a situação não estava resolvida, aguardei durante mais de duas horas para prejuízo das minhas actividades profissionais. Durante este tempo, fui reencaminhado de sala em sala e tive oportunidade de falar com vários funcionários e com o Cônsul C e a Vice-Cônsul R. Pelo que me foi informado, a Vice-Cônsul D era a pessoa que se recusava a assinar. Nunca nos foi dito o motivo concreto da recusa, foi referido que segundo a opinião dela, o documento não era legal numa frase embora NUNCA ninguém nos tenha esclarecido qual frase, NUNCA ninguém tenha apontado nada específico. Todos os restantes Cônsules e funcionários, consideravam o documento perfeitamente legal e viável.

Saliento que a Vice-Cônsul D se recusou a vir falar directamente connosco sendo que os funcionários tiveram de, constantemente, funcionar como pombos correio. Contudo, durante o nosso contacto com estes funcionários, com Cônsul C e com a Vice-Cônsul R a exma senhora D foi classificada por estes como: “Inflexível”, “Instável”, “agressiva”, “limitada”, “intransigente”, entre outros adjectivos. Foi-me referido que a senhora já agrediu um utente anteriormente e que trata de forma abusiva todos os funcionários e colegas que com ela trabalham. Estas opiniões não são nossas, pois não conhecemos a senhora, são de colegas que convivem com ela diariamente.

O Cônsul C e a Vice-Cônsul R resolveram a situação no final mas informaram-me que a Vice-Cônsul D, mesmo sendo hierarquicamente inferior a eles, se recusa a obedecer às suas ordens, desrespeitando a autoridade deliberadamente e de forma constante. Como formado na área da Psicologia, tenho o dever de informar, que todas as instituições de qualquer sociedade, e mesmo a família, funcionam devido a hierarquias. Quando essas hierarquias são deliberadamente desrespeitadas, o funcionamento da instituição fica de imediato comprometido como claramente se verifica neste caso específico. Além do mais, situações como estas tornam o ambiente de trabalho insustentável prejudicando severamente a saúde física, mental e emocional de todos os trabalhadores.

Apesar de o Cônsul C e a Vice-Cônsul R terem sido extremamente educados, atenciosos e prestáveis, o excelente profissionalismo de ambos jamais pode desculpar a falta, de competência ética e profissional da Vice-Cônsul D. Mais uma vez, saliento que a mesma se recusou a vir pessoalmente desculpar-se, a rectificar a situação e a assumir responsabilidade pelos seus actos e julgamentos. Tendo em conta toda a situação, concluímos na nossa opinião, que tudo se deveu ao facto de o contracto ser entre pessoas do mesmo sexo sendo que a Vice-Cônsul D efectuou julgamentos morais pessoais pondo-os à frente da sua conduta profissional. Caso contrario dir-nos-ia onde estava a dita frase que, na sua opinião, não era consonante com a constituição brasileira e viria pessoalmente falar connosco demonstrado um mínimo de humildade e respeito para com outros seres humanos.

Mais salientamos que pretendíamos única e exclusivamente a autentificação da assinatura de uma testemunha e que não havia razão para o documento de conteúdo pessoal ser lido uma vez que, caso tivéssemos solicitado 4 testemunhas portuguesas o documento nem passaria pelas mãos do consulado. O documento será entregue a um juiz com autoridade para o validar (ou não) sendo que essa autoridade não é do consulado e muito menos de uma Vice-Cônsul cujo único papel era a autenticação da assinatura de uma testemunha…

Tendo já o meu companheiro viajado para o Brasil será necessário eu enviar o documento por correio, correndo o risco de se extraviar e implicando gastos monetários e de tempo já para não falar em todo o stress emocional a que fomos sujeitos e às horas de espera a que fomos submetidos sem razão. É humilhante pensar que fomos sujeitos a esta situação devido a algo que não temos culpa, como a orientação sexual, e que no caso de um casal heterossexual se teria resolvido em cinco minutos sem o documento ter de passar por tantas pessoas. É de lamentar que o preconceito ainda prevaleça sobre o profissionalismo que deveria ser imparcial.

Aguardamos atenciosamente uma resposta de vossa parte, na esperança de que algo seja feito uma vez que nos informaram também que reclamações anteriores não surtiram qualquer efeito. É também do nosso parecer que, numa população de 200 milhões de habitantes brasileiros e tendo em conta a crise mundial, existirá certamente vários candidatos com formação, competência e profissionalismo superiores ao da Vice-Cônsul D e que agradecidamente tomarão o seu lugar.

Sem mais nada a acrescentar de momento, estamos inteiramente disponíveis a responder a qualquer questão.

Os melhores cumprimentos.

A & T"

sábado, 5 de novembro de 2011

Plano B

Não dormi esta noite...
O Theo tinha de acordar ás 05:30 e eu já sabia que não conseguiria dormir...
Acabei de vir do aeroporto, deitei-me e tentei adormecer mas o sono teima em não chegar. Por isso, levantei-me e vim até aqui. A este meu canto que serve para todos os meus desabafos.
Seria de esperar que ao fim de 3 anos já estivéssemos habituados a despedias, mas não é assim... nunca fica mais fácil...
Era suposto ele ficar cá a fazer o mestrado enquanto eu terminava o meu, mas não foi possível. Ainda por cima, no Brasil tem um emprego como chefe de farmácia à espera dele e aqui nem num super-mercado conseguiu, tal é o estado deste país...
Estivemos juntos quase dois meses, mas passaram a voar e mal deram para matar saudades de meio ano afastados.
Com o primeiro plano estragado, engendrámos um novo. Assinamos um contracto de união estável que me permitirá tirar um visto de residência no Brasil assim que terminar a minha formação em Portugal. Falta terminar este ano e ainda vamos ponderar se faço o estágio para a ordem dos Psicólogos portugueses.
Entretanto estamos já a planear o nosso reencontro, provavelmente só em Maio. Mais meio ano...
Mas se aguentamos até agora, acredito que é porque vale mesmo a pena e que conseguiremos ultrapassar mais este obstáculo. Contudo, nem pensando assim consigo me livrar desta sensação de aperto no peito que tão bem conheço das despedidas anteriores...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

As Melhores Séries

Depois de um post dedicado ao cinema é a vez de um dedicado às séries que vi ultimamente. As que vou referir, tive o prazer de ver na companhia do Theo e além de serem muito boas, têm poucos episódios, o que ainda é mais do meu agrado. :p



"The Prisoner" de 2009
6 episódios
Classificação no imdb: 5.9
Na verdade é um remake dos anos 60. Chamou-me a atenção por ser protagonizada por dois actores que gosto muito, Jim Caviezel e Ian McKellen. A série acompanha a historia de "6" um habitante de uma aldeia no meio do deserto onde todas os residentes têm nomes de números e acreditam que "a aldeia" é o único lugar com pessoas no mundo. Mas se assim é, porquê que "6" tem sonhos sobre vários outros lugares no mundo como Nova York?
Uma série interessante embora pelo que li, os fãs originais não gostaram deste remake.





"The Walking Dead" de 2010
6 episódios
Classificação no imdb: 8.8
Do director do conceituado filme "The Shawshank Redemption", temos aquele que é provavelmente o melhor franchise sobre zombies de todos os tempos.
Rick é um policia que, depois de ser baleado em serviço, acorda para um mundo onde quase toda a população se tornou em zombies. Determinado a não desistir, Rick segue várias pistas e indicações na esperança de encontrar a sua família ainda com vida e de descobrir o que aconteceu. Acabando por se juntar a um pequeno grupo de sobreviventes, todos vão entre-ajudar-se para encontrar o seu lugar neste novo mundo.
Esta série está actualmente a ter uma segunda temporada que ainda não tive oportunidade de ver. Mas, se for tão boa como a primeira vai ser muito promissora...





"The Game of Thrones" de 2011
12 episódios
Classificação no imdb: 9.4
Baseado nos romances de George Martin é uma complexa história de fantasia medieval. Num mundo repleto de mistérios, traições e reviravoltas, todas as personagens usam as suas capacidades e artimanhas para conseguirem o lugar no trono. Uma das séries mais bem-feitas de sempre que vai agradar mesmo a quem não gosta do género. De minha parte espero já com antecipação por uma nova temporada. Não li os livros mas estou profundamente tentado.





"Torchwood" 4ª temporada
10 episódios
Classificação no imdb: 7.9
Torchwood é uma organização que estudo o paranormal liderada pelo Captain Jack Harkness, fiel amigo de Doctor Who. Nesta 4ª temporada intitulada "Miracle Day", os membros de Torchwood vão ter de descobrir porquê que de um momento para o outro, todas as pessoas no planeta Terra deixaram de morrer. Numa luta contra o tempo, com o futuro do planeta em jogo, a equipa tem inúmeros mistérios pela frente enquanto forças ocultas trabalham para os travar.
Na minha opinião, Torchwood sofre de um caso raro nas séries. É que a qualidade tem aumentado ao longo das temporadas. A primeira foi francamente fraquinha já a segunda teve alguns episodios bastante interessantes. Quanto à terceira, com apenas 6 episódios, catapultou Torchwood para uma das melhores séries de sempre. Ao fim da 3ª com o desaparecimento de um dos personagens preferidos do público (e meu), estava muito reticente quanto a uma 4ª temporada. Contudo, não podendo dizer que é melhor, ou mesmo tão boa como a 3ª, digo que está lá perto!! Fiquei surpreendido...





"Harper´s Island" de 2009
13 episódios
Classificação no imdb: 7.4
Gostei muito desta série e não estava à espera de gostar tanto.
Um casamento de sonho está prestes a ser realizado em Harper's Island, uma ilha pouco povoada e terra de infância do noivo. Contudo, nada é o que parece e um a um os convidados começam a ser assassinados. São 25 suspeitos e ao longo da série vamos apontando para pessoas diferentes.
Um apontamento engraçado é que, os próprios actores só sabiam perto do dia da filmagem, que a sua personagem ia morrer e passaram as gravações a tentar descobrir qual deles seria o assassino. Estas séries deixam-me sempre um bocado deprimido pois vamos ganhando afinidade com algumas personagens e só queremos que elas se safem, o que no meu caso não aconteceu. As minhas duas personagens preferidas morreram perto do final da série numa das cenas mais tristes e belas de sempre. Há muito que não via uma cena tão bem conseguida na verdade, desde os ângulos de filmagem, à emoção, à interpretação e à musica de fundo escolhida...
A minha vontade era por aqui a cena mas como não quero fazer spoiler deixo apenas um trailer: